- 3ª Recife212
- 15ª Recife494
- 16ª Recife668
- 19ª Recife668
- 23ª Recife794
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- 3ª Jaboatão165
e mais 8.552 nomeações nas demais varas

“O cálculo pericial não interpreta o direito: ele traduz, com fidelidade, o que a sentença já decidiu.”
José Roberto dos Santos Júnior · Perito ContábilFazer justiça com números.
Padrão de qualidade em tudo que sai, do laudo ao esclarecimento, com revisão antes de cada entrega.
Cumprir prazo é o mínimo. Acompanhamos diariamente cada processo, para que ele não pare no escritório.
Nenhum processo depende de uma pessoa só. Cada etapa tem quem faça e quem confira, e o que um entrega o outro revisa antes de sair.
Todo trabalho abaixo nasce de uma nomeação. Atuamos como auxiliar da Justiça e elaboramos os cálculos no PJe-Calc, sistema de uso obrigatório para o perito nomeado e o formato em que a vara recebe, confere e homologa a conta.
Apuração do valor devido em sentença ou acórdão: verbas deferidas, reflexos, juros, correção e os encargos previdenciários e fiscais. Sem ampliar nem reduzir o que foi decidido.
Progressões funcionais e planos de cargos de bancos e estatais (Banco do Brasil, Caixa, Correios), jornada e hora de voo de aeronautas, sucessão e grupo econômico.
Recálculo de contribuições, benefícios e reserva matemática quando a decisão alcança o que deveria ter sido vertido ao fundo de pensão.
Cálculo feito sobre a minuta da decisão, recebida sob sigilo e tratada com confidencialidade, para que a sentença seja publicada já líquida.
Quando as partes questionam a conta, respondemos ponto a ponto: de onde saiu cada valor, que base foi usada e onde isso está na decisão.
Atualização da conta até a data determinada pelo juízo e distribuição dos depósitos entre os credores, com dedução do que já foi pago e a ordem de preferência observada.
Os 17.231 processos trabalhistas se distribuem por 265 varas, concentradas no TRT-6, onde a JRS responde por 7 de cada 10 trabalhos, e presentes em outros 18 tribunais: do Maranhão a Santa Catarina, da Paraíba a Rondônia. Clique em um estado para ver o tribunal e suas varas.
e mais 8.552 nomeações nas demais varas
No setor público, o maior volume vem de Correios, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, CBTU e COMPESA; no privado, de Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, Bompreço e Carrefour. Bancos, estatais, saneamento, transporte urbano, varejo, bebidas, energia, saúde e vigilância: cada segmento tem a sua lógica de plano de cargos, jornada e folha, e é ela que a conta reproduz.




























































































































Minha trajetória inteira aconteceu dentro da Justiça. Fui técnico judiciário no Tribunal de Justiça de Pernambuco e, na Justiça Federal, trabalhei no setor de cálculos, como calculista e supervisor de juizado cível. Foram oito anos vendo de dentro como um processo anda, onde ele trava e o que um juízo espera encontrar quando abre um laudo.
Em 6 de setembro de 2012 recebi a primeira nomeação como perito, ainda servidor. Em 2016, uma oportunidade profissional me levou a pedir exoneração da Justiça Federal e a me dedicar integralmente à perícia em cálculos judiciais trabalhistas. Hoje conduzo uma equipe dedicada exclusivamente à liquidação de sentença, e continuo assinando cada laudo.
Sempre gostei de duas coisas que, de fora, parecem distantes: direito e cálculo. A perícia contábil é exatamente onde as duas se encontram. A terceira é tecnologia: me formei em Engenharia de Software e em Análise e Desenvolvimento de Sistemas por gosto de entender como as coisas funcionam por dentro, e foi isso que me levou a montar uma área de TI própria no escritório, em vez de terceirizar.
Aprender é o que me move. Agora aprofundo desenvolvimento de software com vibe coding, aplicado à elaboração dos cálculos judiciais trabalhistas: tecnologia dentro do trabalho, não ao lado dele.
Baixar currículo em PDFMantenho registro no CNPC, o Cadastro Nacional de Peritos Contábeis do CFC. Para mantê-lo ativo é preciso cumprir, todo ano, uma carga mínima de Educação Profissional Continuada em cursos credenciados, com prestação de contas ao CRC-PE.
Somos casados desde 2011, são quinze anos juntos, e a Luísa tem cinco. Moramos em Aldeia, na Zona da Mata de Pernambuco: escolhemos criá-la cercada de verde, porque depois de um dia inteiro entre prazos e planilhas o silêncio de lá faz diferença.
Nosso hobby é viajar. Gostamos de praia e é para onde a gente sempre volta, mas o melhor mesmo é lugar que ainda não conhecemos, os três juntos e sem pressa.
As salas 1402, 1403 e 1404 ficam no mesmo andar, em Recife, e é ali que o processo inteiro acontece: da nomeação publicada até os honorários quitados. A operação é inteiramente presencial, e nenhuma etapa é terceirizada.
Cada processo percorre seis etapas, e nenhuma delas depende de uma pessoa só. Conduzir, conferir e revisar são papéis distintos, em áreas distintas, e é esse encadeamento que sustenta as duas coisas que o juízo espera de um laudo: a conta correta e o prazo cumprido.
A nomeação é capturada assim que publicada e o processo entra cadastrado no sistema interno. Em seguida os autos são lidos por inteiro: o que a decisão deferiu, que período ela alcança e quais documentos manda usar como base. Faltando cartão de ponto, ficha financeira ou norma coletiva, a petição pedindo o que falta sai antes de a conta começar, e não no meio dela.
Controle desta etapa. Nenhuma conta começa com documento faltando nos autos.
Antes de qualquer planilha, a decisão vira roteiro: título por título, com o período alcançado, a base de incidência e os índices que o juízo fixou para cada ponto, cada um remetendo ao trecho que o determinou. Em paralelo, os documentos são digitados ou convertidos por OCR e conferidos, para a conta começar com base fechada. É a etapa que evita refazer trabalho depois.
Controle desta etapa. Cada parâmetro do roteiro remete ao trecho da decisão que o fixou.
A conta é montada no PJe-Calc, o mesmo sistema em que a vara recebe, confere e homologa. Cada verba é apurada mês a mês, com os reflexos, os juros, a correção monetária e os encargos previdenciários e fiscais, seguindo o roteiro sem ampliar nem reduzir o que foi decidido. A origem de cada valor fica registrada, de modo que qualquer número possa ser rastreado até o ponto da decisão que o gerou.
Controle desta etapa. Sem arredondamento a favor de nenhuma das partes.
Nenhuma conta é protocolada na primeira versão. Ela passa por segunda leitura, humana e automatizada, que confere os parâmetros aplicados contra o que a decisão determinou e os totais apurados contra as bases que entraram no cálculo. Qualquer divergência volta para ajuste antes de o laudo sair, e a correção fica registrada. É esse duplo controle que sustenta o índice de retificação abaixo de 2% em catorze anos de nomeações.
Controle desta etapa. O laudo é revisto e assinado pelo perito nomeado antes do protocolo.
Impugnada a conta, a resposta é escrita ponto a ponto, na ordem em que a discordância foi apresentada, indicando a folha dos autos e o trecho da decisão que sustentam cada parâmetro. Quando o juízo acolhe um ponto, a conta é refeita e entregue com demonstrativo comparativo entre a versão anterior e a corrigida. O ponto controvertido é resolvido aqui, sem devolver o trabalho à vara.
Controle desta etapa. Toda afirmação técnica ancorada na folha dos autos que a sustenta.
Homologada a conta, o processo segue acompanhado: publicações capturadas no dia em que saem, prazos controlados e atualizações refeitas sempre que o juízo determina. Correm por aqui também as petições de levantamento, os alvarás e as RPVs. O processo só é dado por encerrado quando os honorários periciais são efetivamente quitados.
Controle desta etapa. A vara não precisa cobrar andamento: o acompanhamento é nosso.
O escritório é próprio, em Recife, e a operação é 100% presencial. Cada processo tem quem calcule, quem confira e quem acompanhe o prazo. É essa divisão que sustenta o volume de nomeações sem deixar nada parado.
Análises e tutoriais sobre cálculo trabalhista e PJe-Calc, para quem trabalha com precisão.
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